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Sentença · 1.º grau · Tribunal de Justiça de Santa Catarina

TJSC, Procedimento Comum Cível 5104724-13.2024.8.24.0930

Publicação
DJEN 24/07/2026
Número único (CNJ)
5104724-13.2024.8.24.0930
Inteiro teor

Ementa

Procedimento Comum Cível Nº 5104724-13.2024.8.24.0930/SC

AUTOR : ALCEU FERREIRA VAZ

ADVOGADO(A) : DIORGINIS CASTAGNEL (OAB SC022802)

ADVOGADO(A) : GABRIELA DA LUZ POSSAMAI (OAB SC033371)

RÉU : BANCO BMG S.A

ADVOGADO(A) : RENATO CHAGAS CORREA DA SILVA (OAB SC047610)

ADVOGADO(A) : ANDRÉ LUIS SONNTAG (OAB RS036620)

SENTENÇA

Com fulcro no art. 487, I do CPC, JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTES os pedidos formulados por ALCEU FERREIRA VAZ, confirmado a tutela de urgência deferida, para: a) DECLARAR a inexistência do débito relacionado ao contrato n. 8655315 (evento 1, DOC7); b) CONDENAR a parte ré a pagar à parte autora, a título de indenização por danos morais, a importância de R$ 10.000,00 (dez mil reais). Em se tratando de indenização por dano moral decorrente de ato ilícito de natureza extracontratual, sobre o valor fixado, devem incidir juros de mora a partir do evento danoso [inscrição indevida - Súmula 54 do STJ] e correção monetária do arbitramento [súmula 362 do STJ]. Quanto aos índices a serem utilizados, os valores devem ser acrescidos de juros moratórios simples calculados pela variação da Taxa Selic, com dedução do IPCA, da data do evento danoso até a data anterior ao arbitramento. A partir da data do arbitramento, incide exclusivamente a Taxa Selic como fator de atualização monetária e juros de mora, nos termos do art. 406 do CC e TEMA 1368 do STJ. Condeno, ainda, o réu ao pagamento das despesas processuais e honorários advocatícios, que fixo em 10% (dez por cento) sobre o valor da condenação, nos termos do art. 85, § 2º, do CPC. Publique-se.

Dados do julgamento

Acórdão

parcialmente_procedente

Inteiro teor

Procedimento Comum Cível Nº 5104724-13.2024.8.24.0930/SC AUTOR : ALCEU FERREIRA VAZ ADVOGADO(A) : DIORGINIS CASTAGNEL (OAB SC022802) ADVOGADO(A) : GABRIELA DA LUZ POSSAMAI (OAB SC033371) RÉU : BANCO BMG S.A ADVOGADO(A) : RENATO CHAGAS CORREA DA SILVA (OAB SC047610) ADVOGADO(A) : ANDRÉ LUIS SONNTAG (OAB RS036620) SENTENÇA Com fulcro no art. 487, I do CPC, JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTES os pedidos formulados por ALCEU FERREIRA VAZ, confirmado a tutela de urgência deferida, para: a) DECLARAR a inexistência do débito relacionado ao contrato n. 8655315 (evento 1, DOC7); b) CONDENAR a parte ré a pagar à parte autora, a título de indenização por danos morais, a importância de R$ 10.000,00 (dez mil reais). Em se tratando de indenização por dano moral decorrente de ato ilícito de natureza extracontratual, sobre o valor fixado, devem incidir juros de mora a partir do evento danoso [inscrição indevida - Súmula 54 do STJ] e correção monetária do arbitramento [súmula 362 do STJ]. Quanto aos índices a serem utilizados, os valores devem ser acrescidos de juros moratórios simples calculados pela variação da Taxa Selic, com dedução do IPCA, da data do evento danoso até a data anterior ao arbitramento. A partir da data do arbitramento, incide exclusivamente a Taxa Selic como fator de atualização monetária e juros de mora, nos termos do art. 406 do CC e TEMA 1368 do STJ. Condeno, ainda, o réu ao pagamento das despesas processuais e honorários advocatícios, que fixo em 10% (dez por cento) sobre o valor da condenação, nos termos do art. 85, § 2º, do CPC. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Transitada em julgado, certifique-se e pagas as custas, arquivem-se os autos.